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	<title>EBER &#124; RIZZIOLLI</title>
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		<title>Os desafios das escolhas profissionais</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 19:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[A todo momento você decide que caminho seguir, com base em quê? Escolhas sempre farão parte da nossa vida e é próprio do desenvolvimento do ser humano. O quê, por que, quando e onde são perguntas frequentes que nos despertam &#8230; <a href="http://eberrizziolli.com/erizziolli/?p=60">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A todo momento você decide que caminho seguir, com base em quê?</strong></p>
<p><strong></strong>Escolhas sempre farão parte da nossa vida e é próprio do desenvolvimento do ser humano. O quê, por que, quando e onde são perguntas frequentes que nos despertam a escolher nosso percurso de vida, o que certamente está atrelado à profissão desejada. Este processo de alternativas solicita um projeto de vida bem elaborado para exercitar, não só o conhecimento de si mesmo, mas também conhecer o mundo profissional.<a name="more"></a></p>
<p>Muitas pessoas dizem que trabalham pela remuneração proporcionada, no entanto, sentem-se infelizes na atividade profissional desempenhada. Assim como as roupas, há profissões que também entram na moda e todo cuidado é pouco ao se interessar por uma delas.</p>
<p>O trabalho é um importante mediador entre o mundo subjetivo, aquele idealizado por cada um de nós e o mundo objetivo, a realidade compartilhada. No entanto, nas relações de trabalho dentro do modo capitalista há uma forte possibilidade de alienação neste vínculo estabelecido, fazendo com que a pessoa perca sua própria identidade, estagnando seu desenvolvimento pessoal e profissional.</p>
<p>Essa perda de identificação pela atividade exercida provoca sérias consequências para o trabalhador, como por exemplo, o afastamento do trabalho por problemas psicológicos e/ou psicossomáticos. Diante desta situação, muitos estudos são desenvolvidos para estabelecer relações entre o trabalho e a saúde mental.</p>
<p>A partir de estudos realizados com a possibilidade revolucionária do teatro, surge o psicodrama como ferramenta facilitadora para transformar esta realidade, contribuindo com a construção de um projeto de vida inovador e criativo. Com esta metodologia, o psicólogo auxilia a pessoa na experiência de vivenciar o seu próprio papel, além do papel do outro e de observador, no resgate de sensações, percepções e pensamentos que facilitam a busca de soluções e respostas criativas daquilo que é revelado.</p>
<p>O processo de desenvolvimento pessoal cria a consciência, capacita a escolha e produz a mudança, gerando resultados positivos para o indivíduo, e, consequentemente, no ambiente profissional. Este aprimoramento pode ser feito em terapia, na orientação profissional e também no desenvolvimento de treinamentos empresariais.</p>
<p>Assumir o papel principal e optar pela escolha de ser o protagonista de sua história, na qual apenas você será o responsável pelas transformações possíveis de acontecer, além de encarar os desafios que esta escolha acarretará, fará o profissional – ou mesmo a pessoa despreparada, até então – amadurecer-se e ficar disposta a desbravar os difíceis obstáculos que qualquer profissão, seja ela de qualquer área, trará para a sua vida.</p>
<p>Ana Flávia Fernandes Ferreira é psicóloga, psicoterapeuta e consultora organizacional com especialização em Psicodrama pela PUC/SP.</p>
<p>Fonte: <em>CaminhandoJunto</em></p>
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		<title>Dez motivos pelos quais a Geração X está infeliz com a profissão</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 14:17:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[geração x]]></category>

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		<description><![CDATA[A maior parte daqueles que fazem parte da geração X (pessoas de 30 a 40 anos de idade), não se sente ameaçada pela vida corporativa. Tendem a não acreditar nas instituições em geral. As empresas necessitam muito dos profissionais da &#8230; <a href="http://eberrizziolli.com/erizziolli/?p=57">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A maior parte daqueles que fazem parte da geração X (pessoas de 30 a 40 anos de idade), não se sente ameaçada pela vida corporativa. Tendem a não acreditar nas instituições em geral.</p>
<p>As empresas necessitam muito dos profissionais da Geração X – pessoas de trinta a quarenta anos de idade – que devem exercer cargos de liderança nas corporações nas próximas duas décadas. Muitas empresas, no entanto, estão dando como certo poder contar com esse pequeno e precioso grupo de profissionais.</p>
<p>A maior parte daqueles que fazem parte dessa geração não se sente ameaçada pela vida corporativa. Tendem a não acreditar nas instituições em geral e magoam-se profundamente com as premissas que pressupõem que se motivam pelas mesmas razões que a geração dos boomers (pessoas nascidas logo após a Segunda Guerra Mundial) se motivou. Planejam deixar a vida corporativa em breve para iniciar algum empreendimento ou trabalhar em empresas pequenas, opções que se encaixam melhor, para eles, que os papéis corporativos que necessitarão assumir.</p>
<p>Por que a geração X encontra-se desconfortável com a vida corporativa?</p>
<ul>
<li>a carreira demorou para decolar: muitos ainda sofrem com isso. Graduaram-se quando a economia estava em crise e os boomers já tinham ocupado a maioria dos cargos importantes. A Fortune, em 1985, disse: “A Geração X está achando a vida, na fronteira profissional, mais difícil do que jamais achou… encontram-se parados no trânsito demográfico… presos e enfrentando a oferta de graduados da década passada.”</li>
</ul>
<ul>
<li>quando eram adolescentes, viram adultos serem demitidos das grandes corporações: o termo reengenharia passou a fazer parte do universo das empresas. Isso causou uma sensação de falta de credibilidade nelas e um forte desejo de preencher a vida com “planos B”, só para garantir. Muitos desses adultos, que foram vistos por esses então adolescentes, estavam sendo demitidos quando tinham em torno de quarenta anos – aproximadamente a idade que hoje possuem aqueles que fazem parte da Geração X.</li>
</ul>
<ul>
<li>planos de carreira estreitam-se no topo: a gama de opções perceptíveis diminui à medida que os profissionais tornam-se cada vez mais especializados nas funções ou atividades. A sensação de ter um plano de carreira que se afunila e o aumento da vulnerabilidade dele é mais palpável na transição de cargos de média gerência para de alta gerência, exatamente o ponto onde a grande maioria dessa geração encontra-se hoje.</li>
</ul>
<ul>
<li>a economia estava em crise quando a carreira estava se iniciando: além disso, justo agora que eles estão assumindo papéis de liderança, as dificuldades voltaram a ser maiores e os próprios papéis a desempenhar estão mais vulneráveis do que em qualquer momento da década passada.</li>
</ul>
<ul>
<li>a incômoda Geração Y: muitos pertencentes à Geração X agora devem atuar como gestores da Geração Y. Sejamos sinceros: é uma missão impossível, ao menos se definirmos “gerir” como controlar seus canais de comunicação. Ao mesmo tempo que os indivíduos da “Y” competem por promoções e tentam “aparecer bem na foto”, muitos da Geração X acham que os da Y dão conta de fazer várias coisas ao mesmo tempo. E isso os incomoda.</li>
</ul>
<ul>
<li>a Geração X, na realidade, está cercada por um ambiente descontraído, mas que não é para ela: os boomers e a geração Y estão aprendendo um com o outro – e gostando disso. A Geração X sente-se deixada de lado.</li>
</ul>
<ul>
<li>a Geração X é o grupo mais conservador da força de trabalho: além disso, são cercados por tipos cool de ambos os lados. Na vida pessoal, essa geração não é particularmente fã de regras mas acha que, no trabalho, elas devem ser cumpridas – e se ressentem quando outros não fazem o mesmo. Soa injusto a eles que a etiqueta na corporação seja reescrita, considerando que essa geração teve que obedecer a sistemas rígidos por tanto tempo.</li>
</ul>
<ul>
<li>indivíduos da Geração X guardam um segredo a sete-chaves: eles não se sentem nada confortáveis, ao contrário do que pensam, com a tecnologia, que muda a maneira como as coisas são feitas. Para os boomers, é considerado aceitável dissimular ignorância e pedir ajuda, mas é embaraçoso para a Geração X fazer o mesmo.</li>
</ul>
<ul>
<li>os colegas da geração boomers são inoportunos: a Geração X acha exagerado o grau de interações que os pais boomers, dos subordinados da Geração Y, realizam, e a maneira como são ignorados em função da constante presença deles no ambiente de trabalho dos filhos.</li>
</ul>
<ul>
<li>a pressão pelos deveres paternos está no ápice: a Geração X é mais comprometida em despender mais tempo com seus filhos que os pais dela eram, mas isso está ficando cada vez mais difícil.</li>
</ul>
<p>Seria o momento de eles descerem do vagão corporativo?</p>
<p>Esperamos que não – ao menos para boa parte deles. As corporações precisam muito da liderança que essa geração pode exercer. O que falta é elas criarem um ambiente corporativo que a conduza de forma mais concreta à realização de suas necessidades e materialização de suas preferências.</p>
<p><em>Por Tammy Erickson</em></p>
<p><em>Fonte: Harvard Business Review</em></p>
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		<title>Frase do dia &#8211; Sucesso</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 11:31:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Sucesso, é o melhor resultado obtido do aprendizado dos erros anteriores&#8221; Eber Rizziolli]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Sucesso, é o melhor resultado obtido do aprendizado dos erros anteriores&#8221;</p>
<p>Eber Rizziolli</p>
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